
UNIVERISIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE
FILOSOFIA DIDATICA DO ENSINO DE FILOSOFIA
Professor(a): Prof.ª Dr.ª
Paula Ramos
Tutora: Carla Campos
Cursista: Cristiano Leme
Como poderíamos
problematizar o tópico “2. A filosofia no tempo presente” ?
Ao
ler os textos proposto nessa unidade, juntamente com a explanação da Prof.ª
Paula Ramos é que percebe que hoje falamos de uma filosofia nesse tempo em que
tudo parece subjetivo. O que nos leva sempre a pensar que a questão do ensino
de filosofia sempre é para nós verdadeiros problemas filosóficos. Parece-nos
que o individuo, soberano, autônomo do iluminismo, deixou de existir. O aparato
produtivo e as mercadorias se impõem ao sistema social como um todo.
É visto nos texto da professora
Paula Ramos “A didática está ligada ao currículo” e, observo que “De fato, toda
essa discussão não é nova e sempre precisaremos passar por ela. Ainda destaca
nesse texto “questões que levam a tratar do ensinar e do aprender, e da
filosofia e do filosofar”, porém é importante que a filosofia tenha um lugar de
destaque porque me parece que filosofamos mas não se dá a devida importância
para a Filosofia.
Faz de suma importância salientar que os textos diz que a
filosofia poderá nos colocar de frente ao presente, porque para tal requer uma
leitura da realidade sem intermediários que façam essa interpretação e formem
seus conceitos e repassem para as pessoas, portanto com uma realidade que não
valoriza a Filosofia poderá nos colocar de frente pra ela?, Obstante de
entender que a experiência também pode ser uma ferramenta para tal leitura,
porém penso que ainda é muito vago para responder essa pergunta.
Aqui
pensemos “a filosofia no presente “ , o que concordar ou discordar do texto?
Não há como discordar quando sabemos que a filosofia do presente precisa ser
questionadora, questionar, por exemplo, o próprio currículo, uma vez que o
mesmo foi pensando fragmentado, não favorecendo ao aluno a visão de conjunto , é papel da filosofia do presente
buscar a interdisciplinaridade.
Nesse
contexto aparece a questão da formação, que sofre com os “processos
semiformativos” que está nas sociedades administrativas e “é o verdadeiro
obstáculo para uma formação plena”.
E
conforme o texto da professora “Nossos tempos, nossos desafios”, vejo que “Os produtos
da indústria cultural simplificam e distorcem a realidade”. Foi por causa dos
produtos e entretenimentos padronizados da indústria cultural que a formação
cultural converteu-se em semiformação. Adorno compreendeu a semiformação como
uma espécie de semicultura ou pseudocultura, cuja característica é ser unidimensional, limitada, circunscrita, atomizada.


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